Um jornal e uma canção

Vejam só essa matéria que selecionei do material que estou pesquisando pro livro do Magro (infelizmente não sei de qual jornal é – se alguém souber, por favor, me fale). Pelo que fala no texto, é de 1966, ano da gravação do primeiro LP do MPB4 pelo selo Elenco.

4.2-67

Essa foto da matéria é justamente um pedaço da capa deste LP, que tem preciosidades como Lamento (Pixinguinha e Vinícius de Moraes), Sonho de um Carnaval (Chico Buarque), Agora é cinza (Bide e Marçal) e muitas outras, entre as quais o tal do Samba do Padre.

Se eu fosse o Magro, nesse momento ia ficar esperando, com aquele olhar característico – meio ansioso, meio traquinas – alguém perguntar: “que samba do padre?” pra continuar a história. Boto ele pra contar aqui, como se tivéssemos indagado.

Essa foi a primeira música que Chico Buarque nos mostrou, ao nos ser apresentado por Chico de Assis. Estávamos no “Cravinho”, pequena boate que ficava na sobreloja de um restaurante chamado “Ela, Cravo e Canela”, na Rua Major Sertório, centro de São Paulo. Chico (o de Assis) pediu ao Chico (o Buarque) pra mostrar o “Samba do Padre” e ele, timidamente,  cantou pra nós… “Olê, Olá”.

E aqui vai o trecho final de Olê, Olá, cantada no programa Ensaio do Fernando Faro, pelo Chico e MPB4.

MTW

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