Encontro dos rios

Já parei de contar dias e meses. O tempo, santo remédio, ainda não cuidou de cicatrizar, mas parece que fez uma casquinha qualquer. Uma daquelas que a gente bem lembra, lá da infância. Um toque em falso, uma raspadinha errada e lá se foi. Carne viva novamente, mas já não corte tão profundo.

A vida segue, imperativamente segue. Até agora foi, de certa forma, em companhia constante do Magro, com o livro sendo talhado e requerendo cuidado e tempo. No meio disso, a elaboração do acontecido e grande crescimento. Muito aprendizado.

A saudade, na morte, é poço sem fim. É saudade quieta. É funda e calma. Por toda a vida. Sem solução.  Presença constante da ausência.

2007 (2)

Ouvindo Celso Viáfora, compositor e cantor por quem tenho grande apreço, amigo de boa conversa, tirei uma casquinha. Fazer o que, não é mesmo? Essa lindeza de música chama-se “Encontro dos rios”, parceria com Ivan Lins. Ouçam só:

 

E o livro? O livro tá no forno! Logo mais sai, fresquinho, pronto pra ser saboreado por todos. Não vejo a hora!

MTW

 

 

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3 respostas para Encontro dos rios

  1. Lindo, Mônica. Como você sabiamente falou, é a “presença da ausência”. Aguardo o livro, ansiosamente! E, se precisar de ajuda, é só pedir! Abração!

  2. Mônica marsola disse:

    É, você disse tudo! Saudades, as vezes dói….Abraço forte.

  3. LIindíssimo Mônica!Emocionante!Grande abraço.

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